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    ManpowerGroup na revista Pessoal de março

    03.04.2017

    A ManpowerGroup esteve presente pela 13ª vez consecutiva e como parceiro estratégico para a área dos recursos humanos, na prestigiada Conferência de Davos, Suíça, onde estão presentes os principais líderes mundiais da política e do mercado empresarial.
     
    Durante a conferência foram explorados três conceitos desenvolvidos pela ManpowerGroup, que estão a mudar a forma como olhamos para o mundo do trabalho:
    1. Revolução das aptidões;
    2. Learnability;
    3. Paridade de géneros. 
       












    A revolução das aptidões é reflexo da alteração dos modelos de negócio (digitalização e automação), a que as empresas estão obrigadas a aderir, por via do poder das seguintes quatro forças macroeconómicas: a) alterações demográficas, b) revolução tecnológica, c) aumento da sofisticação dos consumidores e d) exigência de maior capacidade de escolha. A consequência imediata é o facto de passarem a ser necessárias novas aptidões, para suprir os gaps existentes. Logo, aptidões como a resolução de problemas, pensamento crítico, criatividade, inteligência emocional, gestão de pessoas e capacidade de relacionamento interpessoal, ganham uma nova preponderância e obrigam as empresas a investirem na formação de novas competências que lhes permitam manter-se competitivas e atualizadas no mundo do trabalho.
     
    Learnability, que está intimamente relacionado com a revolução das aptidões e reflete o desejo que cada pessoa tem de continuamente desenvolver e aprender novas competências, que permitam manter-se relevante face aos desenvolvimento do mundo do trabalho, garantindo, desse modo, condições para ter uma carreira de sucesso. De novo, esta necessidade de constante reinvenção de cada um, é impulsionada pela revolução tecnológica, que altera os descritivos funcionais e os respetivos perfis. A promoção da “aprendibilidade” é um esforço conjunto das organizações e dos indivíduos, sendo uma caraterística cada vez mais procurada por conduzir a uma resposta e adaptação mais rápidas às constantes mudanças do mundo do trabalho. 

    Paridade de géneros e da importância que tem na capacidade que as organizações têm para responder aos inúmeros e variados desafios com que se deparam no dia-a-dia (digitalização e automação). A conclusão é de que não existem pessoas do género feminino em posições de liderança nas organizações, tornando a resposta aos desafios organizacionais unidimensional e pouco disruptiva. Sendo esta uma constatação óbvia, podemos concluir que é fundamental passar da constatação para a ação, que permita resolver este desafio. Nessa medida, identificamos sete passos que vão contribuir para alterar a realidade da não paridade de géneros, a saber:
    Como conclusão deste ponto, a ManpowerGroup indica que atingiremos a paridade de géneros em 19 anos no continente Europeu, em 17 anos no continente Americano e em 13 anos no continente Asiático.
     
    Estes conceitos estão a mudar o mundo do trabalho e constituem, sem dúvida, três grandes desafios a que as organizações devem responder prontamente na Era Humana para garantir uma força de trabalho qualificada, sendo que as Pessoas devem estar preparadas para estar em permanente aprendizagem e para se adaptarem a um conjunto de habilidades que lhes permita permanecer empregáveis ao longo da vida.


    Em revista Pessoal, março
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