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    O sucesso das empresas começa pelo recrutamento

    29.05.2017

    O sucesso das empresas começa pelo recrutamento

    Mais do que nunca o crescimento das empresas depende do talento certo no lugar certo, sendo estes talentos a chave para a diferenciação.

    Empresas especializadas como a Experis, marca da ManpowerGroup, tencionam garantir um melhor alinhamento entre candidato e empresa, através do conhecimento, metodologias e experiência que detêm do mercado. Empresas de todo o mundo recorrem à Experis para obterem um serviço personalizado e contarem com o conhecimento profundo do sector empresarial e dos desafios que a sua empresa enfrenta, garantido por uma marca líder mundial em recrutamento especializado de quadros médios e superiores e no desenvolvimento de projectos em outsourcing de Recursos Humanos. A empresa acredita que o potencial humano é o catalisador do negócio, alavancando o que é produzido ao nível comercial. Proporcionando soluções em Permanent Placement, Recruitment, Process Outsourcing e Project Based Solutions, desenvolvidas com a visão e a experiência de profissionais que têm acesso a talentos qualificados, os quais são a chave para o crescimento e diferenciação.













    Pedro Amorim, managing director da Experis, partilha como se diferenciam neste mercado concorrencial o papel do digital e as forças do mundo do trabalho.

    O Recrutamento constitui um dos riscos da gestão. Neste contexto, qual a importância das empresas especializadas?
    O sucesso das empresas começa pelo recrutamento, pelo que ter pessoas certas nos locais certos faz toda a diferença. Os riscos existentes são ao nível do clima, produtividade e competitividade, mas existem os riscos invisíveis que são ao nível dos custos da integração e da ausência de liderança durante todo o período que vai desde o início do processo de recrutamento e seleção até à escolha do candidato certo. As empresas especializadas garantem em regra um melhor alinhamento entre candidato e empresa, através do conhecimento, metodologias e experiência que detêm.

    Numa área fortemente concorrencial, como é que se distinguem?
    A Experis diferencia-se pelo serviço prestado, sendo que as equipas são constituídas por consultores com forte conhecimento das verticais em que trabalham. O processo é composto por cinco fases: Com forte orientação ética nas relações que são estabelecidas com clientes e candidatos.

    Quais as vossas principais mais-valias?
    Uma das principais mais-valias da Experis é o facto de pertencer a um Grupo referência no mundo do trabalho. A partilha de conhecimento e o propósito do Grupo relativamente ao mundo do trabalho e ao desenvolvimento profissional e pessoal permite que a Experis garanta resultados e crescimento acelerados aos clientes, pelo exercício da liderança de concepções, que permitem antecipar as tendências do mercado, bem como as necessidades de clientes e candidatos.

    Como é o que o digital veio mudar a forma de fazer Recrutamento?
    A revolução tecnológica é o factor primordial de mudança na época actual, sendo que a transformação digital permitiu melhorar a qualidade e o desempenho, alterar modelos de negócio e criar eficiências. Tudo isto foi acompanhado por uma sofisticação dos clientes e candidatos, que gerou uma maior opção de escolha dos mesmos, bem como uma maior exigência quanto às novas ofertas de emprego, por isso as fases de conhecer, atrair e avaliar são hoje momentos de profunda experiência dos candidatos, possibilitadas pelo canal digital. O digital tornou mais fácil encontrar candidatos, mas mais difícil reter os mesmos, embora este processo continue a consistir em confiança.

    Quais as competências mais procuradas?
    De acordo com o estudo “A Revolução das Aptidões” lançado pelo Grupo, existe uma grande propensão para a automação de 45% das tarefas que actualmente são realizadas no mundo do trabalho. Isso vai permitir canalizar investimento para outro tipo de tarefas, em que a capacidade de potenciar a relação "human to human", maximizando a experiência dos clientes, vai ser crítica para as organizações. Assim, existe um conjunto de aptidões fundamentais e que serão as mais valorizadas no curto e médio prazo: capacidade de julgamento e tomada de decisão, capacidade de resolução de problemas, coordenação com outros, criatividade, flexibilidade cognitiva, gestão de pessoas, inteligência emocional, negociação, orientação ao cliente e pensamento crítico.

    Como asseguram o fit do candidato à necessidade do vosso cliente?
    Durante muito tempo, o recrutador sabia tudo sobre os candidatos e decidia de forma unilateral a possibilidade de contratação dos mesmos, mas com a transformação digital e o aumento de sofisticação dos candidatos, este modelo acabou. Atualmente, há partilha de informação entre empresa que recruta e candidato, sendo que a Experis garante o fit através do processo de avaliação, avaliando as competências comportamentais e técnicas, garantindo a avaliação da personalidade e cognição, cruzando com a experiência profissional e habilitações literárias e, por último, trabalhando o processo de integração e de alinhamento do candidato, no curto e médio prazo, com a empresa.

    Quais os mercados mais apetecíveis no recrutamento de executivos?
    Globalmente, os mercados emergentes são onde se sente o maior talent shortage, pois nestes mercados existe uma enorme necessidade de recursos qualificados e com elevada competência de gestão, concretamente Bulgária, Grécia, Roménia e Turquia. No continente asiático, os países que sentem maior dificuldade são o Japão, Hong Kong e Taiwan, e no continente americano os países que têm maior necessidade de talento são a Argentina e o Canadá.

    Depois de uma fase de estagnação e até retracção, como está o mercado de Recrutamento em Portugal?
    O mercado está num momento muito positivo, como consequência dos actuais indicadores macroeconómicos, esta tendência positiva é visível a nível nacional com especial enfoque nas regiões da grande Lisboa e do grande Porto, conforme destaca o MEOS que o Grupo desenvolve a nível mundial.

    Quais vão ser os maiores desafios para os recrutadores num futuro próximo?
    Alteração do mundo do trabalho, revolução das aptidões, medir o quociente de aprendizagem, promover a diversidade e a paridade de géneros, conjugando isso com a alteração da relação de poder entre empresas e candidatos, com estes últimos a ditarem o ritmo dos processos de atração de talento por via de assumirem uma postura reactiva face às oportunidades em aberto. Isto obriga a que as empresas divulguem outro tipo de informação e, mais cedo, no processo de recrutamento e seleção.

    Como define esta Era de Recrutamento em que vivemos?
    É a Era do Talento e do potencial humano! Nesta Era, a atracção e desenvolvimento de talento é crítica, pois este é cada vez mais escasso e a utilização de plataformas digitais acelera a capacidade de recrutamento e vai ao encontro da maior sofisticação dos clientes e dos candidatos, potenciando a capacidade de escolha destes últimos.


    Em Human Resources Portugal, edição de maio
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