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    Flexibilizar, acelerar e ajustar | Manpower

    30.06.2017

    Talent Resourcing e Workforce Management Solutions são as soluções da Manpower para assegurar que os seus clientes conseguem responder e ajustar-se rapidamente à constante evolução do mundo do trabalho.

    A Manpower iniciou atividade em Portugal há quase 60 anos (1962), em regime de franchising, tendo obtido o Alvará n.°1 de Trabalho Temporário no país. A operação passou a ser subsidiária do Grupo em 2008 e a atual equipa de gestão entrou em meados de 2009, sendo que, desde então «a ManpowerGroup Portugal tem tido um crescimento sustentado, passando de uma facturação anual de 5 milhões de euros para uma superior a 120 milhões».

















    João Lino, Senior Manager da Manpower Portugal, sublinha que «para isto foi fundamental uma nova abordagem aos desafios do mundo do trabalho. «Passámos de uma empresa de Trabalho Temporário (TT) para uma empresa com uma oferta diversificada em soluções de Recursos Humanos. Em Portugal, temos três marcas, cada uma dedicada e especializada a diferentes soluções, a Group Solutions, a Experis e a Manpower, marca ManpowerGroup especializada em soluções de Talent Resourcing e Workforce Management Solutions."

    Que posicionamento assumem no mercado na área de TT?
    Posicionamo-nos de forma a disponibilizar o talento para flexibilizar, acelerar e ajustar as necessidades cíclicas dos clientes ao dimensionamento necessário para responder às suas necessidades de mão-de-obra, através de soluções como Talent Resourcing e Workforce Management Solutions.

    Que cuidados "especiais" têm no processo de seleção e recrutamento?
    A constante evolução do mundo do trabalho, bem como a volatilidade do mercado, obrigou as empresas a reformular os modelos de negócio e os processos operacionais, alterando as expetativas dos clientes no que diz respeito à customer experience. As aptidões necessárias para um desempenho de excelência são hoje outras e, perante a escassez de talento, as empresas são forçadas a investir no upskilling e reskilling dos seus colaboradores, sendo fundamental terem um quociente de aprendizagem elevado. Assim, os cuidados especiais passam por identificar as aptidões relevantes e os candidatos com um alto quociente de aprendizagem.

    Quantas pessoas colocam no mercado?
    Entrevistamos mais de 200 000 candidatos anualmente, que colocamos à disposição dos clientes, de acordo com as suas necessidades.

    Qual a importando que assume para as empresas?
    A ferramenta do Trabalho Temporário garante acesso a talent pool de candidatos com experiência comprovada, skills certas e disponíveis para preencher de imediato posições em aberto. E assegura o desenvolvimento de planos de recrutamento customizados ao ciclo produtivo, acelerando a contratação de um número elevado de recursos com as skills certas, em tempo útil.

    Como tem evoluído a procura?
    De acordo com o ManpowerGroup Employment Outlook Survey, que analisa as intenções de contratação das empresas nacionais e estrangeiras, podemos esperar uma criação líquida de emprego positiva, com todos os impactos económicos que isso terá.

    Para que setores têm maior procura?
    Prevemos que no decorrer do próximo trimestre, os sectores com maior procura sejam, destacadamente, os setores de Restauração e Hotelaria, Finanças, Seguros, Imobiliário e Serviços e Comércio Grossista/Retalhista.

    Em que áreas a procura das empresas é maior que a oferta de candidatos?
    Cada vez mais, assistimos a uma mudança do poder nos processos de recrutamento com os candidatos a assumirem uma posição dominante. Tal acontece por via da sua postura de disponibilidade perante o mercado de trabalho, sendo esta disponibilidade reativa e condicionada ao tipo de informação que as empresas disponibilizam aos candidatos. Esta é uma realidade cada vez mais presente nos sectores de IT, Engenharia, mas também nos Recursos Humanos e nas funções comerciais, com um crescimento face ao ano anterior de 26%, 20% e 15%, respetivamente.

    E em  termos de perfis dos candidatos, que mudanças essenciais identifica?
    Temos assistido à revolução das aptidões, com o foco a centrar-se nas soft skills de relacionamento e pensamento, que facilitam adaptação a um mundo de trabalho em constante evolução.

    Que novas aptidões são essas?
    As aptidões que verão a sua criticidade reforçada são: resolução de problemas complexos; pensamento crítico; criatividade; gestão de pessoas; coordenação com os outros; inteligência emocional; julgamento e tomada de decisão; orientação para o serviço/ cliente; negociação; e flexibilidade cognitiva.

    Quais os principais desafios que se colocam ao desenvolvimento do setor?
    Os principais desafios a que o setor terá obrigatoriamente que responder são, essencialmente dois: promover a empregabilidade dos jovens que procuram a sua primeira oportunidade de trabalho e acelerar o relançamento de carreiras para profissionais que procurem novos desafios.

    Como perspetiva o sector em Portugal? Em que estádio evolutivo se encontra?
    A taxa de penetração  do setor no nosso país situa-se ainda abaixo de 1%. Tendo em conta que a média europeia é de 1,7% e que os países do norte da Europa apresentam taxas acima dos 3,5%, Portugal apresenta um potencial de crescimento bastante considerável. Os dados de 2016 confirmam que o setor cresceu acima de  7%  comparativamente a 2015, representando um total de 1,2 mil milhões de euros de receita para um setor que emprega aproximadamente 90 000 trabalhadores. As perspectivas para 2017 apontam para um crescimento ligeiramente abaixo dos dois dígitos, o que, somando à crescente procura deste tipo de contratação por setores que tradicionalmente não recorriam a esta solução, apontam para a consolidação do setor, com tendência a aumentar.

    Para onde caminha o setor?
    As principais tendências estarão cen-tradas na capacidade de predizermos o desempenho dos trabalhadores, por via das suas experiências profissionais anteriores, bem como o  grau de proficiência em competências core - hard e soft skills -, antecipando as tendências de contratação de cada setor de atividade de modo a disponibilizar o talento certo na altura certa.

     
    Em Human Resources Portugal, edição julho 2017
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